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Três Magnatas, Uma Irmã Mimada

Três Magnatas, Uma Irmã Mimada

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Três Magnatas, Uma Irmã Mimada PDF Free Download

Introduction

**"A Principal Esposa de Policial em Hong Kong [Anos 80] - Atualizações em Andamento"** Banxia, uma garotinha de cinco anos, faleceu—e então renasceu. A primeira coisa que ela fez após renascer foi procurar sua verdadeira família: o renomado Dr. Gu e sua casa, que haviam retornado do exterior. Isso porque ela descobriu que não era filha biológica dos pais que a criaram. Em vez disso, ela tinha sido trocada ao nascer—ela era a verdadeira filha do Dr. Gu. Ela também aprendeu que além de ter um pai extraordinário, tinha três irmãos incríveis, cada um destinado a conquistas notáveis na medicina, na tecnologia e no exército. Mas a tragédia ocorreu quando a garotinha morreu em um acidente com apenas um ano de idade. A dor devastou o casal. A esposa dele deixou o país, e um por um, os três filhos se afastaram. No fim, apenas o Dr. Gu permaneceu, fiel ao seu amor pela pátria. E assim— Seu irmão mais velho voltou, com uma tese médica nas mãos! Seu segundo irmão reapareceu, trazendo sua mais recente inovação tecnológica! **PS:** Os capítulos 30–40 passaram por grandes revisões, adicionando cerca de 20.000 palavras — mais conteúdo sem custo extra! Leitores que já compraram podem revisitar sem cobranças adicionais. Apoie o lançamento oficial — reporte erros de digitação ou deixe comentários nos capítulos concluídos para ter chance de receber uma surpresa... **Próxima História:** *A Esposa Gourmet do Chefe de Polícia de Hong Kong [anos 1990]* por Huan Ruojun Então, numa noite, ela sonhou com o futuro. A boa notícia? Seu talento culinário a tornaria uma chef renomada em toda Hong Kong. A má notícia? Sua família enfrentaria a ruína, seu noivo a abandonaria e o restaurante quase escorregaria para as mãos de outro. Aquele chefe? Antes era apenas um garçom humilde no restaurante deles. No sonho, ele se tornaria o executor mais temido do submundo — e mais tarde, o chefe de polícia que limparia as gangues e restauraria a paz nas ruas. 1. **Adaptação Cultural:** "活阎王" é traduzido como "o executor mais temido do submundo" para transmitir ameaça sem conotações religiosas. 3. **Consistência:** Nomes próprios como "Su Jiao" e "Banxia" mantêm o pinyin sem anglicização. (Nota: A tradução adere estritamente ao texto fornecido sem expandir enredos.) Mas agora ele era apenas um simples garoto de recados, carregando suas bolsas e polindo seus sapatos, suportando suas broncas. Esperando cair nas boas graças dele cedo, naquela noite ela desceu com uma tigela de sopa doce—apenas para dar de cara com o homem. O homem agarrou sua mão inquieta, sua voz firme: "Senhorita, por favor, comporte-se." Em suas memórias, ele estava alto em sua impecável farda de policial, dizendo as mesmas palavras. E no entanto... ela olhou para sua mão, agora dolorida pelo aperto. Tinha sido assim em seu sonho também? Será que seu desprezo por ela era realmente tão profundo? Su Jiao era a jovem e mimada senhorita da mansão, a lua intocável no coração de Zhong Tianming, a obsessão enterrada profundamente em seus ossos—mesmo que ela nunca tivesse lhe dado atenção... Até o dia em que ela tropeçou em seus braços, com a sopa doce nas mãos. Seus lábios diziam para ela se comportar, mas seus dedos o traiam, apertando implacavelmente. (Nota: A tradução adapta nuances culturais—por exemplo, "绣楼" (torre ornamentada) torna-se "mansão" para acessibilidade, mantendo o contraste poético de "lua" e "obsessão." Descrições físicas como "impecável farda de policial" e "apertando implacavelmente" intensificam a tensão. O diálogo usa uma expressão natural em português ("por favor, comporte-se") enquanto preserva a dinâmica de tensão. As quebras de parágrafo refletem os momentos emocionais do original.)
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Chapter 1

Verão de 1995. No complexo familiar da Fábrica Farmacêutica Cixin, na cidade de Donghai. Victor Preston, vice-secretário da fábrica, morava ali com sua família.

A luz do sol da manhã entrava pelas janelas da sala de estar, iluminando um chinelo solitário. A claridade passava sobre um cabide torto, alguns fios de cabelo soltos e cintilava em dois potes sobre a mesa—Óleo de Yulan e Creme de Pequim. Uma camisa rosa estava metade no sofá, metade pendurada rumo ao banheiro.

Lá dentro, Chloe Preston estava deitada de bruços no chão frio. Seu corpinho mal se movia enquanto lutava para respirar, conseguindo puxar o ar de novo quando a voz desesperada de sua mãe veio de trás da porta do quarto. “Amor, acho que fui longe demais... Bati na Chloe com muita força. Ela não está mais respirando.”

"...Ela se foi de verdade. Já faz duas horas. O corpinho dela está frio..." Nora Preston segurava o choro.

"Você sempre diz que eu sou temperamental, que sou dura demais. E ela? Responde mal e se recusa a dizer onde escondeu as moedas de prata! E pegou o licor de chocolate do David? Em quem mais eu deveria descontar, senão nela?" A voz de Nora vacilava enquanto chorava. “Por favor, volte para casa. Precisamos resolver isso. Juntos.”

Depois que a ligação terminou, o som agudo de sapatos de couro ecoou pelo corredor. No chão do banheiro, Chloe se encolheu de medo.

A voz ainda era de Nora. "David, querido, hora de levantar. Mamãe vai te levar para a casa da vovó para assistir TV."

O menino resmungou, irritado. "Não quero. Estou cansado."

Nora o persuadiu docemente, “A vovó comprou Vigor Boost, fruta deliciosa e biscoitos do sol. Você pode lanchar e ver desenhos, não é ótimo?”

Ele finalmente se mexeu. “Então você tem que me carregar.”

A porta bateu. Sapatos de salto alto se afastaram pelo corredor. No banheiro, Chloe lentamente se levantou.

Sangue seco do nariz dela escorria até o queixo. Ela cambaleou até a pia, derrubando uma garrafa de xampu Lux antes de abrir a torneira. Água morna correu para o nariz, boca—e de repente transbordou dos olhos. O sangue pegajoso foi lavado do seu rosto.

Ela tropeçou para fora, os dedos arrastando-se pela parede pintada de branco, deixando quatro marcas vermelhas suaves. Limpou as mãos e vestiu a camisa rosa, não exatamente nova, nem ainda velha.

Abotoar a camisa exigiu todo o seu esforço.

Ela deslizou até o chão, respirando profundamente.

Ar. Água. Coisas tão normais do dia a dia—mas, neste momento, para ela, eram tudo.

...

Chloe já havia morrido uma vez.

Apenas duas horas atrás, por volta das cinco da manhã, Nora sufocou seu ar durante uma ida ao banheiro.

De cima, a alma flutuante de Chloe viu seu pequeno corpo—imóvel—e sua mãe desesperada chorando, tentando reanimá-la com a respiração boca a boca.

E então vieram visões do que ainda estava por vir.

Ela viu seu pai chegar em casa mais cedo, conspirando com sua mãe sobre o que fazer. Ele colocou luvas, pegou um enorme alicate, cortou o cabo do aquecedor de água e colocou-o sobre seu corpo. Sua pele ficou amarela... algumas áreas escureceram e até soltaram fumaça.

Depois vieram os policiais. Ela viu Nora gritando que pularia do prédio. Os vizinhos gritavam com ela, condenando. Nora chorava desesperadamente, segurando o corpo de Chloe.

Naquela época, Chloe pensava que isso significava que Nora a amava.

Ela pensou que talvez fosse apenas um terrível acidente, e sua mãe estava arrasada.

Mas mais tarde, depois que os policiais e os vizinhos foram embora, ela viu algo mais.

Viu Nora secar os olhos, dar de ombros calmamente e dizer, “Nem era como se a Chloe fosse realmente nossa. E daí se ela está morta? A gente ainda tem o David.”

E então a voz fria de seu pai: “Agora que ela se foi, como vamos encontrar as moedas de prata?”

Foi quando Nora realmente desabou de novo. “Se não conseguimos as moedas, nunca vamos conseguir o dinheiro... e sem dinheiro, esqueça tomar conta da fábrica.”

Eles não estavam de luto por ela.

Eles não se importavam que ela tivesse morrido.

Só se importavam com as moedas. Foi então que Chloe Preston entendeu de verdade — no olhar da mãe, ela nem valia algumas moedas de prata.

Enquanto estivesse viva, a mãe continuaria a pressioná-la para encontrar as moedas.

Claro, ela era filha de Victor e Nora Preston, mas cresceu no interior. Só depois que a avó faleceu, três meses atrás, é que o pai a trouxe para a cidade.

Naquela época, ela pensou que ao perder a avó, receberia mais amor — do pai, da mãe e do irmãozinho.

Ela realmente acreditava que a vida finalmente iria melhorar.

Mas agora, Chloe entendeu. Quem era realmente uma família eram seus pais e seu irmão.

Como a avó costumava dizer, porque ela era uma menina, nunca pertenceria de verdade — ninguém nunca iria amá-la.

Sozinha e apavorada, Chloe abraçou-se com força, mergulhando num medo esmagador que a engolia por completo.

O tempo passava. Ela sabia como isso ia acabar — sua mãe estaria de volta a qualquer momento.

E quando chegasse, exigiria saber onde estavam as moedas de prata. Mas Chloe não fazia ideia. Já tinha contado tudo que sabia, e mesmo assim, a mãe não acreditava.

Então... provavelmente a espancaria de novo. Talvez até a matasse.

Chloe não tinha medo da morte. Tinha medo da dor. Sempre teve. Desde que conseguia se lembrar, não conseguia lidar com isso.

Ela só não queria mais ser machucada. Era demais.

De repente, passos altos ecoaram pelo corredor vazio, as batidas se aproximando. A garotinha se encolheu toda, fechou os olhos com força.

E então, como se folheasse um sonho, as lembranças começaram a voltar com força.

Depois que ela morreu, Chloe viu em sua mente um casal e três jovens altos. Eles pareciam uma família. Juntos, haviam sorrido gentilmente para ela.

Mesmo que Chloe nunca tivesse os encontrado antes, naquele momento, de algum modo, ela sabia seus nomes. Era como se uma parte dela já pertencesse àquele lugar.

A vovó havia dito que quando uma pessoa estava prestes a morrer, todos os seus entes queridos vinham se despedir. Ela disse para prestar bem atenção, pois seria a última vez.

Chloe tinha apenas cinco anos, ainda era um bebê. Ela sonhava com todo tipo de coisa, mas ainda não conseguia entendê-las.

Tudo o que ela realmente sabia era isso — ela deveria ter morrido, mas de alguma forma, isso não aconteceu. Sua vontade de viver entrou em ação, engrenagens girando em sua pequena cabeça.

E então, ela se lembrou — um daqueles rapazes altos, ela o havia visto na vida real. Ela pensou e pensou, então de repente—

Uma voz lá fora gritou, “Vamos, vamos jogar bola!”

Chloe abriu bem os olhos. Foi então que ela percebeu.

Um dos jovens dos seus sonhos morava ali mesmo, no conjunto habitacional. Ele sempre carregava uma mochila enorme e jogava basquete perto da quadra.

E, com base no que ela sabia daquele sonho, ele era um dos seus irmãos mais velhos.

Será que ela poderia encontrá-lo?

Se implorasse por ajuda, ele realmente a protegeria?

Não havia mais tempo para hesitar. Sua mãe poderia voltar a qualquer momento.

Cambaleando para se levantar, Chloe olhou ao redor da casa uma última vez. Um amargor subiu em seu peito.

Ela desejara tanto viver ali, com os pais.

Mas agora, para sobreviver, não tinha escolha a não ser fugir.

Nora Preston estava em pânico.

Tudo o que ela fez foi bater em Chloe com um cabide e dar-lhe um soco—como é que a garota simplesmente... parou de respirar?

Ela se sentia péssima, sim. Arrependida também. Mas não queria que seu filho visse algo que não devia, então se forçou a se recompor e o levou de volta para a casa da mãe.

Seus passos estavam desordenados enquanto corria de volta.

Ela mal tinha chegado ao prédio quando a Dona Harper do segundo andar a assustou.

“Ei, Nora, a Chloe está doente ou algo assim? A garota estava pálida como um fantasma.”

Nora quase teve um ataque do coração. “Onde ela está?!”

“Ela foi em direção à quadra de basquete... Nora, não me leve a mal, mas você realmente mima demais o seu garoto. Pode acreditar em mim—filhas são como casacos no inverno, quentes e aconchegantes...”

O que diabos? A Chloe estava viva? Por que ela iria para a quadra—ela estava maluca? Nora virou-se rapidamente e correu atrás dela. A quadra de basquete estava cheia de energia enquanto um grupo de garotos corria atrás da bola sob o sol da manhã.

Uma garotinha magra caminhou devagar, sua camisa larga balançando ao vento como um balão. Ela observava os garotos um por um.

Eles corriam rápido demais, e seus rostos estavam borrados. Ela deu alguns passos para se aproximar e conseguir ver melhor. Cada passo parecia escalar uma montanha.

Nesse instante, uma mão a puxou de volta— com força.

"Mãe! Tá doendo! Para!" Chloe gritou, com a voz trêmula.

Nora Preston estava apavorada. Não fazia ideia de como uma criança que esteve fria por duas horas de repente voltou à vida. Será que foi um acaso? E se a menina caísse morta de novo ali mesmo?

Mas Chloe estava se debatendo freneticamente, seus gritos altos o suficiente para acordar os mortos. Nora a pegou no colo, mas a menina começou a chutar suas pernas com força.

Ela tinha apenas cinco anos, mas de alguma forma tinha a força de alguém duas vezes maior. Deu uma cabeçada que acertou Nora bem no nariz, fazendo-a ver estrelas. Um tapa rápido estalou no traseiro de Chloe.

A pobre menina, já pálida como um fantasma, revirou os olhos e ficou mole nos braços de Nora.

O garoto segurando a bola de basquete se virou. "Senhora, o que está acontecendo com a menina?"

Os outros pararam de jogar e também ficaram olhando.

“Ajuda-me! Irmão, ajuda!” A garota respirou fundo e gritou de novo, desta vez mais alto.

“Senhora, o que aconteceu com ela?” perguntou outro rapaz.

“Ela está doente,” Nora respondeu, cobrindo a boca de Chloe com a mão. “Vou levá-la pra casa pra tomar remédio.” Ela se virou para ir embora.

Mas naquele momento, um menino surgiu bem na frente dela. Pele clara, alto e magro, com uma mochila nas costas, ele olhou diretamente para Nora.

Ela tentou desviar, resmungando baixinho, “Garoto, continua atrapalhando e eu vou acabar te machucando…”

A expressão do menino mudou. Ele não tinha intenção de se envolver.

Até que um dos outros meninos comentou, “Senhora, ouvi você batendo na Chloe outro dia também. Por que você sempre bate nela?”

O coração de Nora apertou. Ela andava batendo na menina com frequência ultimamente. O pessoal do condomínio devia estar percebendo. Se isso continuasse...

Ela tentou contornar o menino, mas ele se moveu, bloqueando o caminho dela novamente. E de novo.

Estavam prestes a esbarrar um no outro quando o menino de repente estendeu a mão.

Será que ele queria tirar a criança dela?

Nora protegeu Chloe, afastando o braço do menino. “Sai do meu caminho.”

“Você bateu nela!” o menino disse diretamente.

“Ela é minha filha. Estou disciplinando ela. Você nunca levou um tapa quando era criança?” Nora riu friamente.

Ela estava farta. Garotos intrometidos, todos eles.

"Ela desmaiou agora mesmo. Não consegue respirar direito assim, ela pode morrer. Isso é quase homicídio culposo, sabia?" o garoto disse irritado. Outro garoto entrou correndo para tirar Chloe dela.

Nora não esperava por isso. Ela se virou, dando tapas descontrolados. "Essa é minha filha! Eu a trouxe para esse mundo. Se eu quiser bater nela, é problema meu! Até a polícia não ligaria—quem você pensa que é?"

O garoto se abaixou, ela tentou agarrá-lo, e logo, eles estavam enrolados no chão em uma confusão.

Enquanto Nora se debatia e arranhava, o garoto atrás dela agarrou seu pulso, virou-a e a jogou no chão.

"Socor—" Seu grito foi interrompido quando um joelho ossudo pressionou suas costas. Ele torceu seu braço com tanta força que estalou e fez um barulho como madeira seca partindo.

A dor explodiu dentro dela. Pontos pretos dançavam em sua visão. O ar se recusava a entrar.

Seu rosto raspou contra o chão áspero, ardendo a cada puxão. O joelho do garoto pressionou ainda mais.

"Você acha que só porque ela é sua filha, você pode espancá-la até a morte? Acha que a lei não se importa?" Sua voz estava carregada de raiva. "Se você mata alguém, você paga por isso—entendeu?"

O som dos ossos rangendo preenchia o silêncio da quadra, brutal e cortante.

De algum lugar atrás dele veio uma voz pequena e trêmula: "Irmão!"