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Ela Abandonou a Farsa e Assumiu o Trono

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Introducción

【Doce Bebê + Heroína Forte + Marido Apressado】 Antes de se tornar pai: Victor Maxwell rugiu em fúria, "Encontram ela—viva ou morta. Vou garantir que ela sofra um destino pior do que a morte." Quando se encontraram: A expressão de Victor ficou perigosamente sombria enquanto murmurrava, "Comporta-te bem. Não lute contra mim." Mais tarde: "Querida, já fiquei ajoelhado no teclado por tempo suficiente. Quando posso voltar para a cama?" * Um escândalo inacreditável abalou a capital. O temido e impiedoso "Rei Demônio da Cidade Jing" se tornou pai — não de um filho, mas de cinco. Caramba, isso é demais! Para tornar tudo ainda mais surpreendente, ele se casou com a mãe de seus filhos, deixando o público boquiaberto. Muitos assumiram que ela estava apenas usando os filhos para subir na sociedade e seria expulsa da família Fu em breve. Mas quando suas identidades ocultas foram reveladas uma a uma online... Só conseguiram dizer, "Meu Deus!"
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Chapter 1

"Onde diabos aquela pirralha se meteu? Não conseguimos encontrar ela em lugar nenhum! O Sr. Coleman já está esperando no hotel. Se não entregarmos ela logo, estamos ferrados," disse Laura Lockhart, com o rosto retorcido de raiva.

Richard Dawson estava com as sobrancelhas franzidas, um olhar sombrio nos olhos. "Continue procurando. Ela já bebeu a água—nós a misturamos com o que queríamos. Não tem como ela ter ido longe."

Eles finalmente a convenceram a sair para um jantar de aniversário em família no hotel. Tudo estava pronto. Só precisavam levá-la até aquele quarto. E ainda assim... de alguma forma, ela escapuliu.

"Pai, a gente tem que fazer isso dar certo. Caso contrário..." Christopher Dawson estremeceu ao pensar nos métodos implacáveis do Sr. Coleman e na dívida de 200 mil reais pairando sobre sua cabeça. "Ele vai me arrancar a pele."

Laura rangeu os dentes. "Achem ela agora. Ela não pode ter sumido no ar."

"Certo, vamos nos dividir," Christopher imediatamente interveio, desesperado. Se não conseguissem colocá-la naquele quarto hoje à noite, o dinheiro estava perdido, e ele estaria acabado. Os três se espalharam, frenéticos.

Das sombras, Elizabeth Dawson finalmente apareceu, sua expressão fria e cheia de ódio.

Então era isso. Não é à toa que seu corpo estava se sentindo tão estranho. Eram eles—todos eles.

Naquele instante, ela esbarrou em alguém.

"Você?" Dona Parker resmungou, seus olhos brilhando com uma mistura de irritação e desdém. "Está me seguindo?"

Elizabeth hesitou por um segundo. Sua cabeça estava confusa, os efeitos da droga piorando. Ao fundo, ela podia ouvir as vozes de sua suposta família ficando mais altas.

O pânico em seu peito aumentou. Ela mordeu o lábio e olhou para a mulher. "Preciso falar com a senhora. Podemos sair um minuto?"

Ela não mencionou as drogas. Agora, se afastar era o que importava.

Dona Parker examinou seu rosto, seus olhos estreitando ao observar a expressão ligeiramente nebulosa, mas ainda assim marcante, de Elizabeth. Ela revirou os olhos e murmurou para si mesma, "Uma verdadeira encrenqueira."

Com o queixo erguido levemente, voz cheia de uma arrogância fria, ela disse, "Elizabeth, já te disse—depois de todos esses anos vivendo com os Dawson, você deve a eles. Nem pense em voltar a rastejar para os Parker. Não seja ingrata."

Voltar para a família Parker? Isso só aconteceria por cima do cadáver dela.

Ao ouvir isso, Elizabeth sentiu um frio inundar seu corpo. Deu uma risada amarga, sem ar, em sua mente—que piada. Será que ela realmente tentou pedir ajuda a essa mulher?

Depois de descobrir a verdade sobre seu nascimento, três meses atrás, ela foi até a família Parker. Eles a rejeitaram naquela época também.

E agora ela esperava que essa mulher de repente ganhasse um coração? Que fantasia.

Ela mordeu a ponta da língua. A dor ajudava a dissipar um pouco da névoa em sua mente. Não havia tempo a perder — ela girou nos calcanhares para ir embora.

Mas antes que pudesse dar um único passo, a Sra. Parker agarrou seu braço.

“Onde você pensa que vai?” disse ela, com o rosto sombrio de desconfiança.

Claro que ela percebeu que algo estava errado. E não tinha como deixá-la simplesmente ir embora.

Elizabeth virou a cabeça bruscamente. "Me solta."

“De jeito nenhum. Vou entregá-la aos Dawsons. Se não fizer isso, como vou explicar essa confusão?”

Ela não tinha desejo algum de falar com aquelas duas cobras também. Mas...

Seus olhos fixaram-se na garota à sua frente, e um leve sorriso quase invisível surgiu em seus lábios.

Algumas pessoas pertencem à lama. E por mais que tentem, nunca irão sair de lá. Elizabeth Dawson estava cada vez mais apavorada. Sentia o peito apertado.

Sem pensar, ela cravou os dentes na mão da mulher.

"Aah!"

Aproveitando de sua dor, Elizabeth se desvencilhou e disparou. Ao ouvir o grito, o trio Dawson correu para ver o que estava acontecendo. Quando avistaram a Senhora Parker, eles pararam surpresos, visivelmente chocados. Mas, acima de tudo, pareciam completamente culpados.

Laura Lockhart foi a primeira a recuperar a compostura. "Senhora Parker, por acaso a senhora viu nossa Elizabeth por aqui?"

A expressão da Senhora Parker se fechou. "Não sei o que há de errado com aquela menina. Ela me mordeu e saiu correndo por ali."

Laura se apressou a se curvar em desculpas. "Sinto muito. Essa menina não tem cabeça. Por favor, perdoe-a, Senhora Parker. Assim que a encontramos, vamos discipliná-la devidamente."

Sem perder tempo, os três saíram correndo atrás de Elizabeth. A Senhora Parker observou as costas de suas retiradas com um sorriso frio balançando o canto de seus lábios. Seu rosto rapidamente voltou à aparência de uma socialite elegante. Mesmo assim, achou melhor ir a um hospital para tomar uma vacina contra a raiva. Quem sabe que tipo de germes essas crianças criadas na favela carregam?

*

Elizabeth tropeçou, quase caindo ao entrar acidentalmente em um quarto.

"Quem está aí?" uma voz fria ecoou na escuridão.

Mas para sua mente turvada por drogas, soou estranhamente atrativo. Olhando por cima, viu uma figura deitada na cama.

Quem quer que estivesse na cama também percebeu algo estranho. Sua voz ficou ainda mais fria, e o tom mais ríspido, "Saia."

Elizabeth percebeu claramente a hostilidade – mas não sentiu medo algum. Na verdade, aquela voz fez seu coração tremer. Era a coisa mais sedutora que já tinha ouvido.

Seus pés começaram a se mover em direção ao homem, como se estivessem agindo por conta própria. Toda lógica que ela tinha se desfez.

"Desculpe!"

Ela se lançou como um polvo sobre a figura. Neste momento, só pensava em sobreviver. Ainda tão jovem – mal havia desfrutado das boas coisas da vida. Não estava pronta para morrer.

Na escuridão, um par de olhos castanhos estava cheio de uma intenção assassina e fria. "Sai... de... cima..."

Mas Elizabeth já havia perdido todo controle. Ela não sentia mais a fúria emanando do homem. Morta agora ou depois – para ela, dava na mesma.

Pelo menos assim, talvez seu esforço não fosse em vão.

Com aquele sentimento desesperado de tudo ou nada, ela se aproximou dele...

Seu rosto – afiado e impecavelmente esculpido – estava pálido como um fantasma, completamente sem cor, porém fervendo de raiva. Ele não queria nada mais do que despedaçá-la.

Se não fosse pela sua condição que se agravou hoje, deixando-o completamente paralizado, como uma garota qualquer poderia tê-lo imobilizado dessa maneira?

Ele era Victor Maxwell, pelo amor de Deus. E agora estava reduzido a essa cena humilhante, paralisado enquanto a mulher se forçava sobre ele.

Ele até havia ordenado que Oliver Kennedy e os outros o deixassem sozinho.

O que diabos os guardas do lado de fora estavam fazendo afinal? Como essa mulher conseguiu entrar?

A menos que... tudo isso fosse uma armadilha?

Só de pensar nisso, a fúria em seus olhos ardia ainda mais. Ele desejava a morte dela.

Mas antes que sua mente pudesse se fixar em qualquer coisa, ou mesmo entender o que estava acontecendo, o beijo dela aterrissou.

E contra toda lógica, seus sentidos o traíram – reagindo por puro instinto...