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Deus da Medicina e das Artes Marciais: Vitória AFK da Alma do Dragão

Deus da Medicina e das Artes Marciais: Vitória AFK da Alma do Dragão

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Realismo Urbano

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Introducción

Diante da morte iminente da filha, Blair Wright foi cruelmente abandonado pela ex‑esposa. Em completo desespero, ele encontrou uma herdeira rica — apenas para descobrir que o dragão dentro dele havia despertado... A partir desse momento, Blair Wright, tomado pelo poder da linhagem do dragão, começou sua ascensão imparável pela cidade!
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Chapter 1

“Pai... tá doendo tanto... A Emily vai morrer, não vai?”

“A gente pode parar o tratamento? Por favor?”

“Eu não quero sentir essa dor mais... e não quero que você gaste mais dinheiro comigo.”

“A gente pode só ir pra casa? Eu sinto tanta falta de casa... muita, muita falta...”

Na UTI, um corpinho minúsculo e frágil estava deitado na cama. O rostinho que antes era tão adorável agora estava pálido como um fantasma, com sangue escorrendo sem parar do nariz e da boca. O corpo inteiro dela estava tomado por manchas e hematomas de hemorragias internas.

A mãozinha segurava com força a de Blair Wright, usando o restinho de força que ainda tinha. Os olhos grandes, cheios de lágrimas, estavam repletos de dor e de um amor teimoso pelo pai.

Os olhos de Blair ficaram vermelhos. O coração dele parecia ser esfaqueado repetidas vezes — muito pior do que a dor física do ferimento perto do rim.

“Emily, aguenta firme. O papai vai dar um jeito. Quando você melhorar, a gente volta pra casa e eu faço suas asinhas de frango com coca-cola favoritas. Combinado?”

Ele apertou ainda mais a mão dela, a voz tremendo.

“Não mente, pai... Eu sei que não vou melhorar. Você devia guardar o dinheiro, você ainda precisa viver depois que eu for embora...”

“Por favor, não gasta mais dinheiro comigo...”

Enquanto falava, ela ergueu devagar a cabeça, com esforço, e tirou do pescoço um pingente de jade em forma de dragão. “Esse pingente não serve mais pra me ajudar. Papai, usa você — deixa ele te proteger.”

O pingente tinha pertencido ao pai de Blair Wright, passado dos antepassados. Diziam que afastava doenças e azar.

Quando Emily ficou doente, Blair fez com que ela o usasse todos os dias, na esperança de que aquilo pudesse protegê-la de alguma forma.

Mas agora? Aquela suposta proteção parecia nada além de uma ilusão desesperada.

Ouvindo aquilo, Blair sentiu o coração se rasgar. Ele fechou a mão em torno do pingente ainda quente, os olhos se enchendo de lágrimas que ele já não conseguia segurar.

Ela tinha só cinco anos. Tão pequena, e ainda assim tão consciente de tudo.

E quanto mais madura ela parecia, mais isso o destruía por dentro.

Havia um aperto no peito, como se algo pesado o esmagasse sem parar. Estava levando ele à loucura.

A filha dele nem tinha tido chance de aproveitar a vida ainda. Será que iam mesmo levar ela embora assim?

Não. De jeito nenhum!

Se fosse preciso, ele apostaria tudo — o orgulho, a própria vida — qualquer coisa para manter a filha viva.

“Sr. Wright”, o médico de Emily, David Jackson, perguntou com a mesma frieza de sempre, “o pagamento da última vez já acabou. Quer continuar o tratamento ou não? A condição da sua filha pode aguentar mais alguns dias se usarmos os remédios especiais. Com sorte, pode aparecer um doador compatível de medula nesse tempo.”

“Claro que vamos continuar tratando! Dr. Zhao, por favor, eu tô implorando — não pare com os remédios! Por favor, a Emily não pode morrer. Ela simplesmente não pode!”

Blair Wright agarrou o braço do médico, a voz trêmula de desespero.

“Volte depois de pagar”, respondeu o médico, frio.

“Eu vou! Eu vou conseguir o dinheiro agora!”

“Dr. Zhao, por favor, só continua dando os remédios!”

“Por favor! Eu tô implorando!”

Dizendo isso, Blair disparou para fora do quarto como um louco.

Atrás dele, alguns murmúrios escaparam do médico e das enfermeiras."Usar o remédio primeiro? De jeito nenhum…"

"Aquele cara vendeu um rim só pra pagar o tratamento da garota?"

"É, é de partir o coração. Mas sem dinheiro ninguém ajuda..."

Nesse momento, Blair saiu correndo do hospital e cambaleou até parar na entrada.

Dinheiro. Dinheiro. DINHEIRO.

Agora, dinheiro significava a vida de Emily.

Mas onde ele poderia conseguir?

Ele tinha corrido sem pensar, levado pelo desespero, achando que só precisava encontrar mais dinheiro. Só agora a realidade caiu sobre ele — já tinha implorado pra todo mundo que conhecia.

Sem opções, Blair pegou o celular e discou um número.

Era sua última chance.

Mesmo que precisasse engolir o orgulho e implorar pra ela.

Porque, comparado à vida de Emily, orgulho não valia nada.

"Alô? Quem é?" A voz feminina do outro lado soou suave, sedutora.

"Sou eu. Blair Wright."

"Você? Por que tá me ligando? A gente já tá divorciado!"

O tom doce desapareceu na mesma hora em que a mulher percebeu quem era.

Era Clara Johnson — a ex‑esposa de Blair e mãe biológica de Emily.

No começo dos seus vinte e poucos anos, Blair Wright não era o fracassado de agora. Ele tinha sua própria fabriqueta que rendia milhões por ano.

Ele e Clara eram colegas de faculdade, e ela era a musa do campus. Num reencontro, ela mesma deu em cima dele, usando a beleza pra conquistá‑lo, e não demorou pra se casarem.

No início, tudo parecia bem. Clara até deu à luz a filha deles.

Mas tudo mudou no momento em que Emily foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda.

Blair colocou cada centavo que tinha no tratamento, chegando a vender a fábrica.

Quando caiu da classe média para a completa falência, Clara mostrou quem realmente era — fria, calculista e obcecada por dinheiro. Até tentou impedir que ele gastasse mais com a própria filha.

Depois, passou de todos os limites: antes mesmo de o divórcio sair, ela já estava saindo com um ricaço, claramente planejando o próximo passo. Um mês atrás, Clara Johnson entrou com o pedido de divórcio sem piedade nenhuma, expulsando Blair Wright e a filha da vida dela como se nada tivesse acontecido.

Como mãe biológica, ela nem sequer apareceu pra ver Emily uma única vez. Era como se tivesse se livrado de um azar.

Se Blair não estivesse completamente sem saída, nunca teria procurado por ela.

"Clara... será que você... podia me emprestar um dinheiro?"

A voz dele tremia — cada palavra custava a sair.

"Hah... emprestar dinheiro? Eu? Você tem coragem mesmo, Blair. Eu devo ter sido cega quando casei com você. Graças a Deus eu tive juízo de te largar."

"Só desaparece. Você não tem vergonha, não?"Clara zombou, a voz transbordando desprezo.

"Emily está morrendo!"

"Se eu não conseguir pagar o hospital... ela não vai aguentar!"

"Clara, eu estou implorando. Pela nossa filha… você pode me emprestar duzentos mil? Não—cem mil já serve!"

"Eu juro que vou te pagar. Juro!"

A voz de Blair ficou desesperada, com medo de que ela desligasse a qualquer segundo.

Houve um momento de silêncio do outro lado.

"Desculpa. Eu estou feliz com outra pessoa agora—vivendo muito bem com o sr. Liu. Não me liga mais. Leucemia? Isso é um buraco sem fundo. Desiste de uma vez…"

Biiip… biiip… biiip…

O som morto caiu como água gelada direto no coração de Blair.

Clara Johnson, como você pode ser tão cruel?

Emily é sua própria filha! Como consegue simplesmente virar as costas assim?

Como consegue?!

Ele estava furioso.

Furioso com o destino. Com a frieza de Clara. Com a própria impotência.

Toda vez que imaginava sua menininha deitada ali, indefesa e sofrendo… toda vez que lembrava do jeito que ela apertava sua mão e chamava baixinho “papai”, os olhos de Blair Wright queimavam com um desespero que logo se transformava em uma determinação assustadora.

Não.

Emily, o papai não vai deixar você morrer.

E mesmo que você realmente tivesse que deixar este mundo, o papai iria com você.

Ele era inútil… Isso era tudo o que ele podia fazer.

Filhinha, o papai vai na frente.

Tum!

Com um baque pesado e surdo, o corpo de Blair foi lançado pelo ar.

Quando atingiu o chão, o sangue se espalhou sob ele, vivo e chocante.

Mas mesmo assim, sua mão ainda segurava aquele pingente de jade em forma de dragão.

Como se fosse a coisa mais preciosa do mundo—talvez porque tivesse sido da Emily por anos.

E, estranhamente, conforme o sangue escorria para o jade, ele começou a desaparecer—como se o pingente o estivesse bebendo.

Guinch!

Nesse momento, um Bentley Mulsanne freou bruscamente. Duas figuras saltaram do carro e correram até ele. Um homem e uma mulher.

O cara tinha cara de segurança ou motorista, enquanto a mulher—fria, elegante—claramente era a chefe.

Ela era jovem, deslumbrante, com traços perfeitos e uma figura alta e graciosa—sinceramente, mais bonita do que a maioria das celebridades.Vestida com um traje de escritório elegante, ela exalava um ar afiado e profissional.

"Golpe?"

O motorista franziu a testa ao encarar Blair Wright caído em uma poça de sangue.

"Usar a própria vida pra dar um golpe?"

A mulher ergueu levemente as sobrancelhas e disse com um tom gelado: "Não importa o que ele esteja aprontando—só chama uma ambulância."

Enquanto isso, Blair Wright, ainda inconsciente, ouviu uma voz estranha ecoando em sua mente.

"Patético! Como posso ter um descendente tão inútil?"

"Perdeu um rim humano? Tudo bem. Vou lhe dar um de dragão."