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Do Palácio aos Holofotes

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Bilionário

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Introduction

Houve um tempo em que Natalie Hall era o alvo favorito da internet—criticada por sua grosseria e postura de diva, liderando a lista de celebridades com as quais nenhum fã queria que seus ídolos colaborassem. Então, um dia, tudo mudou. Natalie passou a tocar o guqin como uma mestre e a dominar a flauta de bambu com perfeição. Seus movimentos de dança eclipsavam lendas do passado, e sua caligrafia era audaciosa, marcante, naturalmente imponente. Até mesmo sua personalidade… nada tinha a ver com antes. Mas somente ela conhecia a verdade—ela era apenas uma alma de tempos antigos, renascida neste mundo moderno. Uma alma que um dia perseguiu seus sonhos incansavelmente, apenas para, acidentalmente, se tornar a querida de todos ao seu redor. Seu irmão mais velho, um CEO: "Maninha, vou produzir um filme só para você!" Seu segundo irmão, um ator de primeira linha: "Vou co-estrelar em todos os seus projetos—sem cobrar nada!" Seu terceiro irmão, um campeão de eSports: "Vamos fazer uma live juntos e te dar mais fãs!" Deixado de lado pelos três irmãos dominadores, um certo CEO só podia fazer beicinho: "Querida, te dou tudo o que você quiser. Só... para de sair com eles, tá?" (Sem trama profunda aqui—apenas fofura pura e viciante!)
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Chapter 1

“Bip... bip...”

O som agudo soava em seus ouvidos. Natalie Hall abriu os olhos na cama do hospital, olhando para a parede branca à sua frente, completamente atordoada.

Espera... eu não tinha morrido?

Onde diabos eu estou agora? Será que isso é... o submundo ou algo assim?

E aquela coisa brilhante no teto—o que é isso? Uma esfera luminosa?

Será que eles têm pérolas que brilham deste tamanho no submundo?

Ela olhou ao redor do quarto novamente. Ao lado dela estava uma coisa enorme de metal branco com imagens estranhas, e mais adiante, havia uma garrafa pendurada de cabeça para baixo com água dentro.

O que é essa coisinha de tubo?

Natalie seguiu o tubo com o olhar... e percebeu que estava preso na sua própria mão.

“Ah! O que é isso?!”

Ainda se sentindo confusa, ela não notou a porta se abrindo. Duas mulheres entraram apressadas e se dirigiram até ela.

Ela percebeu que pessoas se aproximavam e levantou a cabeça.

Na sua frente estava uma jovem com um rosto preocupado, com os olhos fixos nela como se ela pudesse desaparecer a qualquer momento. Atrás, estava uma mulher mais velha, aparentando estar um pouco mais calma na superfície, mas a preocupação ainda era evidente em seus olhos.

“Natalie! Você está bem?” perguntou ansiosamente a jovem.

“Quem... é você?” Natalie franziu a testa, desconfiada.

"Natalie! Você não me reconhece?" A mulher parecia arrasada e imediatamente começou a chorar.

"Era para eu te conhecer?" Natalie perguntou baixinho, confusa com a reação tão emotiva.

"Tamara, Tamara! Vai chamar o médico agora! Algo está errado—Natalie teve algum problema ou coisa assim!" A mulher mais jovem se virou e olhou para a mais velha, que ficou pálida e rapidamente saiu porta afora.

Médico?

Natalie franziu ainda mais a testa. O que é um médico?

Onde estou, sério?

Tudo está muito esquisito!

Antes que pudesse entender alguma coisa, um grupo de pessoas com jalecos brancos entrou. Natalie olhou para eles, atordoada.

Hein?

Por que todos os homens têm o cabelo tão curto? Que estilo é esse?

Antes que pudesse pensar mais, o homem de óculos que liderava o grupo se aproximou.

"O que aconteceu com a paciente?"

"Ela não me reconhece," disse a jovem entre soluços.

O homem deu uma olhada no prontuário pendurado na cama, com uma expressão pensativa.

"Parece que a concussão causou um coágulo sanguíneo, pressionando certos nervos. É temporário. Assim que o coágulo diminuir, ela deve se recuperar."

"Quanto tempo até que isso aconteça?" finalmente perguntou a mulher mais velha, sua voz tensa.

"Pode ser em poucos dias. Na pior das hipóteses, uma ou duas semanas."

"Obrigado, Doutor," disse a mulher mais velha, assentindo educadamente.

Depois que as pessoas de branco saíram, o olhar de Natalie lentamente voltou-se para as duas mulheres ao lado de seu leito. Elas tinham falado um monte de coisas agora, mas a palavra que chamou atenção foi "amnésia."

Ela perdeu a memória? Mas isso não faz sentido...

A Rainha Vitória não a tinha acabado de empurrar para dentro do lago nos Jardins Imperiais? Ela se lembrava disso distintamente. Ela até se lembrava do bolo de amêndoas que deixara sem comer!

Sentada perplexa na cama do hospital, perdida na memória de sua "morte", Natalie parecia completamente desorientada aos olhos das duas mulheres. A mais jovem virou-se para a mulher mais velha, com os olhos cheios de pânico e desamparo.