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Implorando a Rejeitada Luna de Volta

Implorando a Rejeitada Luna de Volta

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Bilionário

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Introduction

Após 18 anos vagando sozinha, Sydney finalmente voltou para sua alcateia, reunindo-se com sua família. Mas seus sonhos e aspirações se despedaçaram quando sua irmã, Bella, fugiu no dia do casamento com seu par predestinado, deixando Sydney para ocupar seu lugar em uma aliança política com Alexander Torres, o poderoso Alfa da Alcateia Nightscar. Bonito, rico e autoritário, Alexander era tudo que uma Luna poderia desejar — exceto por uma coisa: seu coração pertencia a Bella. No dia da cerimônia de acasalamento, Alexander sussurrou para Sydney: "A única coisa que você pode obter é o título de Luna." Durante três anos, o casamento deles foi um arranjo frio e distante, sem paixão ou conexão. Até que uma noite, Sydney recebeu um vídeo de Bella — um vídeo que revelava Alexander na cama com sua irmã. Traída e com o coração partido, Sydney decidiu romper o laço de acasalamento e recuperar sua liberdade. No entanto, Alexander tornou-se implacável, se recusando a deixá-la ir. Ele destruiu os papéis de rejeição e exigiu uma compensação de $5 milhões, determinado a mantê-la ligada a ele. Com a ajuda da avó de Alexander, Sydney finalmente conseguiu se desvencilhar do laço. Quando Sydney se afastou, os sentimentos de Alexander por Bella vacilaram, mas sua obsessão por Sydney só cresceu. Alexander encurralou Sydney, prendendo-a contra a parede com seu corpo poderoso. Seu hálito quente estava próximo ao ouvido dela enquanto ele rosnava, "Você pode tentar fugir, Sydney, mas sempre será minha. Te perseguirei até os confins da terra."
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Chapter 1

PERSPECTIVA DA SYDNEY

Recebi um vídeo pornográfico.

"Você gosta disso?"

O homem falando no vídeo é meu companheiro e marido, Alexander Torres, o Alfa da Alcateia Nightscar, a quem não vejo há vários meses. Ele está nu, sua camisa e calças espalhadas no chão, penetrando com força uma mulher cujo rosto não consigo ver, seus seios volumosos e arredondados balançando vigorosamente. Consigo ouvir claramente os sons das estocadas no vídeo, misturados a gemidos e grunhidos de desejo.

"Isso, sim, me f***e com força, Alfa," a mulher grita extasiada em resposta.

"Você é uma loba safada!" Alexander rosna, sua voz baixa e predatória. Ele se levanta e a vira, batendo em suas nádegas enquanto fala. "Levanta essa bunda!"

A mulher ri, se vira, balança as nádegas e se ajoelha na cama.

Sinto como se alguém tivesse jogado um balde de água gelada na minha cabeça. Já é ruim o suficiente que meu companheiro esteja tendo um caso, mas o pior é que a outra mulher é minha própria irmã, Bella.

Deixo o vídeo continuar, assistindo e ouvindo os dois fazendo sexo, meu nojo sendo provocado repetidamente. Toda vez que ouço seus gemidos, meu coração parece ser apunhalado.

Minha loba, Aria, rosna dentro da minha mente, sua voz afiada e furiosa. 'Como ele se atreve a te trair assim? Ele é seu companheiro!'

Suprimo a raiva de Aria, forçando-me a manter a calma.

A traição continua. Após mais algumas palmadas, ele agarra suas nádegas, enfia seu membro profundamente nela e começa a estocar vigorosamente.

Após mais algumas estocadas, Alexander e Bella gemem juntos enquanto chegam ao clímax. Eles desabam na cama, se beijando.

"Você trata minha irmã assim na cama também?" A voz cheia de deboche de Bella soa, seu tom transbordando sarcasmo.

"Nem mencione ela," a voz impiedosa de Alexander ecoa através do vídeo, sua autoridade de Alfa fazendo suas palavras cortarem ainda mais fundo. "Nunca a beijei, ela não pode se comparar a você de jeito nenhum."

"Eu sabia que você só me amava!" Bella sorri satisfeita, envolvendo o pescoço de Alexander, se inclina para beijá-lo e diz: "Eu quero fazer de novo!"

Ao vê-los juntos novamente, sinto uma onda de náusea e não consigo mais assistir. Aperto o botão de pausa com raiva, engolindo seco.

Está muito claro para mim que esse vídeo deve ter sido enviado por Bella. Ela quer me mostrar que ainda tem domínio sobre Alexander, e eu estou impotente contra isso. Além do vínculo de acasalamento e do título, Alexander e eu não nos parecemos em nada com um par de verdade. Bella realmente sabe como torcer a faca na ferida.

Três anos atrás, meu pai, Michael, o Alfa da Alcateia Shadowmoon, fez um investimento desastroso que levou à falência da nossa empresa. A corrente de financiamento foi quebrada, e ele acumulou uma enorme dívida com a alcateia. Para salvar a situação, ele não teve escolha a não ser arranjar um casamento de aliança com a Alcateia Nightscar. A riqueza e influência de Alexander eram a única tábua de salvação que restava para a nossa alcateia.

Naquele dia fatídico que eu nunca imaginei que se tornaria o pior ponto de virada da minha vida, tudo estava preparado para celebrar a união de Bella e Alexander. Faltavam apenas minutos para a cerimônia de acasalamento quando Bella desapareceu

ou pelo menos descobriram que ela tinha sumido

. Bella não estava em lugar algum.

Meus pais, desesperados para evitar a vergonha e manter as aparências diante da alcateia ou seja lá o que eles estavam tentando proteger naquele dia, se voltaram para mim. Disseram para eu vestir o traje cerimonial da minha irmã e tomar o lugar de Bella no altar.

Não havia espaço para discussão, tampouco me foi dada a escolha de dizer não. Eu seria a figura de proa, a companheira substituta que cumpriria a cerimônia na ausência de Bella. Não houveram palavras de bênção nem votos de felicidade futura. Em vez disso, tudo o que recebi foram instruções para "ser uma boa Luna."

Foi assim que tudo começou.

Fiquei entorpecida, parada ali no vestido cerimonial emprestado para trocar votos com um homem que mal conhecia. Parecia que meus sonhos e aspirações tinham sido de repente ofuscados pela dura realidade das minhas circunstâncias. Como se minha vida tivesse sido arrancada de mim em um instante, e eu mal lembrava o que era felicidade depois daquele dia. Eu estava limitada em todos os sentidos da palavra.

Eu disse que foi assim que tudo começou?

Não, acho que tudo começou bem antes, quando eu tinha três anos e tinha desaparecido, infelizmente. Por dezoito longos anos, vivi longe da minha alcateia e família. Envelhecendo. À medida que crescia, de filhote a jovem loba, continuava procurando minhas raízes novamente. E quando meu tão aguardado sonho de me reunir com a minha alcateia se tornou realidade, não foi nada do que eu esperava.

Não houve reunião alegre, nem lágrimas de felicidade.

Em vez disso, fui recebida com algo próximo à indiferença.

Como se eu fosse uma estranha que havia vagado para dentro de suas vidas. Meus pais pareciam ter seguido em frente sem mim, depois de todos aqueles anos que estive ausente. Todo o amor que tinham era para Bella; mal restava qualquer coisa para mim.

Acho que, na verdade, não restava nada, porque se houvesse, eu pelo menos seria suficientemente digna de pena para ter sido informada que Bella havia retornado do exterior e de alguma forma encontrado seu caminho para os braços do meu companheiro.

Quase imediatamente, meu celular começou a vibrar com uma videochamada de Bella. Não queria atender a princípio, mas acabei deslizando o dedo para aceitar. O rosto de Bella apareceu na tela, no mesmo quarto do vídeo, com uma toalha enrolada no corpo.

"Oi, espero que você esteja tendo um dia maravilhoso aí," Bella disse com um sorriso provocador.

Ela moveu a câmera do celular para mostrar mais do quarto e ao fundo vi Alexander entrando no banheiro.

"Adivinha quem não vai morrer como uma velha virgem patética? Eu não!" Ela riu sem piedade.

Cerrei os dentes em silêncio, tomada pela irritação com o insulto.

"Ele não merece você," ela acrescentou. "Ele merece coisa melhor. E eu sou o que é perfeito para ele, querida."

Não ia ouvir mais nada disso. Encerrei a chamada com raiva e joguei o telefone na cama, enterrando meu rosto nas mãos.

Eu já tinha aguentado o suficiente. Não ia mais ficar parada e deixar que me pisoteassem como um trapo velho.

Quando Alexander voltou para casa, já era bem tarde da noite. Estava sentada no chão frio da sala, apoiando o queixo na palma da mão e quase cochilando quando ouvi o clique da porta da frente. Aquele cheiro familiar dele encheu o ar, mas por baixo, tenho certeza que senti o leve perfume de Bella.

Abri os olhos e levantei a cabeça, trocando um olhar vazio com o rosto dele. Aquele olhar duro como uma pedra que ele sempre tinha quando estava perto de mim. E pensar que ele estava sorrindo de orelha a orelha mais cedo com Bella.

Após a nossa cerimônia de acasalamento, tudo que meus pais me disseram para fazer, eu fiz. Cuidar da alcateia dele, do dia a dia, de várias outras coisas que não se podem contar, por três anos. Começou a acontecer com tanta frequência que virou um ritual, uma dança de hábito gravada na minha rotina. Alexander também aceitava sem questionar. Mas, nunca, em um dia sequer, Alexander me deu mais que um olhar de segunda.

Minha loba, Aria, rosnou baixo na minha mente, sua voz afiada com ressentimento.

"Três anos, Sydney. Três anos dando tudo de si, e para quê? Um título? Você é Luna só no nome, e até esse título parece uma corrente."

"Eu sei, Aria, estou cansada—cansada de viver de acordo com as expectativas dos outros. Só quero ser livre."

Alexander fechou a porta atrás de si e começou a caminhar para seu quarto. Me tratando como de costume, como se eu fosse invisível, e pela primeira vez, eu falei.

"Quero romper o laço de acasalamento."

Ele se virou para me encarar, com uma expressão incrédula no rosto.

"Do que você está falando?"

"Não quero mais esse título de Luna,” respondi sem rodeios.

Aquele dia, três anos atrás, quando eu estava naquele vestido branco, e ele em seu smoking, uma congregação de membros da alcateia atrás de nós e o ancião da alcateia à nossa frente, vi aquele olhar calmo de raiva contida nos olhos dele quando percebeu que não era a Bella por detrás do véu, mas sim eu.

Lembro do aperto no meu peito por trás do colar cerimonial que usava. O jeito como o olhar dele queimava. Como me senti estúpida e impotente naquele vestido. Como meus pais sorriram como se não tivessem acabado de me empurrar para lá contra a minha vontade e a alcateia comemorava, provavelmente sem ideia do que estava acontecendo.

"Podem selar o laço agora,” anunciou o ancião da alcateia.

Alexander se aproximou de mim, mas não para deixar uma marca, ele apenas passou o rosto pelo meu rosto e falou em meu ouvido: “A única coisa que você pode conseguir é o título de Luna."

E esse título é o que eu estava devolvendo para ele. Eu não o queria mais. Eu desejava nunca ter aceitado em primeiro lugar. Eu já havia deixado ir muito de mim mesma e suportado mais do que precisava. Já tinha sido o suficiente.

"Quero romper o laço de acasalamento, Alexander,” repeti, caso ele não tivesse me ouvido da primeira vez - mesmo sabendo que ele tinha me ouvido claramente.

Ele me encarou com uma carranca antes de responder friamente, "Não depende de você! Eu sou o Alfa, e não tenho tempo para essas bobagens. Não desperdice meu tempo com assuntos tão chatos ou tente chamar minha atenção!"

Tão típico dele acreditar que eu estava tentando chamar a atenção dele. Eu não atraía essa chamada atenção dele há mais de três anos, e é quando menciono "romper o laço" que ele se lembra disso.

A última coisa que eu faria seria discutir ou brigar com ele.

"Vou pedir ao Beta Johnson para enviar os papéis de dissolução do laço de acasalamento para o conselho dos Anciãos," foi tudo que eu disse, tão calmamente quanto pude.

Ele nem disse mais uma palavra depois disso e simplesmente passou pela porta na qual estava parado, batendo-a com força atrás de si. Meus olhos ficaram na maçaneta da porta um pouco distraída antes de tirar a aliança de casamento do meu dedo e colocá-la na mesa. Nem me pergunte por que eu ainda estava usando.

Peguei minha mala, que já estava com minhas coisas arrumadas, e saí da casa. O vento lá fora parecia diferente, como se um pesado fardo estivesse sendo tirado dos meus ombros pela primeira vez em muito tempo. A sensação da brisa noturna soprando por entre as mechas do meu cabelo era perfeita.

Pegando meu celular da bolsa e passando os dedos rapidamente pela tela, coloquei o telefone no ouvido, ouvindo tocar.

"Acabei com o Alexander, venha me buscar.”