NovelCat

Allons Lire Le Monde

Ouvrir APP
Pequena Caçadora de Fantasmas: Apenas 4 Anos!

Pequena Caçadora de Fantasmas: Apenas 4 Anos!

En cours

Bilionário

Pequena Caçadora de Fantasmas: Apenas 4 Anos! PDF Free Download

Introduction

Todos achavam que ela tinha desaparecido há muito tempo, mas agora ela estava de volta— A família Thompson entrou em alvoroço O segundo irmão arregaçou as mangas. "Quem ousou falar mal da minha irmã? Os papéis do processo já estão a caminho." O quarto irmão montou o cavalete: "Hoje, você quer pintar a lua ou seu irmão? Posso ser seu modelo." O sexto irmão abriu um cardápio: "Quer lagosta e abalone ou frutas caramelizadas? Eu resolvo tudo pra você." Os outros irmãos: "...Chega!!!" Mas no momento em que ela entrou, viu— O Segundo Irmão atolado em encrencas amorosas e problemas jurídicos; .. Os irmãos responderam em uníssono: "Claro... queremos os dois."
Afficher▼

Chapter 1

Monte Wushi, Templo Daoísta Wushi.

Uma menininha rechonchuda, mal tendo três anos e meio, ajoelhava sobre um tapete de oração, segurando três varetas de incenso em suas mãozinhas. Seu rostinho gordinho estava todo sério, como se estivesse lidando com algo super importante.

Com uma reverência solene, ela se levantou e colocou o incenso com todo cuidado no suporte.

Ao erguer os olhos, deparou-se com a estátua do Grande Mestre Xuandu.

Diziam que ele era o único discípulo do Grande Alquimista — figurão de respeito. Não muito popular, mas poderoso pra valer. Seu mestre sempre dizia que o fundador só começou a entender o destino graças a uma dica desse sujeito — e foi assim que o templo surgiu.

Depois de lançar um olhar furtivo ao Grande Mestre Xuandu, ela cambaleou até a porta e se sentou ali.

Apoiou as bochechas gordinhas nas palmas das mãos, e seus olhões redondos brilhavam como uvas pretas reluzentes — parecia esperta e curiosa.

Hoje, todos os mais velhos e os moradores tinham ido até a entrada da vila receber uma equipe de filmagem. Seu mestre mandara que ela ficasse parada ali, dizendo que a primeira pessoa a aparecer naquele dia teria um laço de destino com ela. E mais — ela deveria ir embora com ele.

Pra falar a verdade? Isso deixou a garotinha um pouco triste. Ela não entendia por que o Mestre queria que deixasse o templo. Mas, bom, o que o Mestre diz, ela obedece.

No topo da montanha, o Templo Daoísta Wushi ficava envolto em névoa, surgindo e sumindo como um lugar de sonho.

De repente, passos apressados ecoaram, quebrando a calmaria.

“Tristan, ouvi dizer que esse templo tem magia de verdade. Já que estamos aqui, vamos pelo menos dar uma olhada. Cara, sua sorte ultimamente tá assustadoramente ruim.”

Um garoto de óculos de armação preta arrastava outro pela trilha.

Quando a névoa começou a dissipar, o segundo rapaz surgiu — roupas estilosas, cabelo grisalho prateado com permanente, ar preguiçoso. Bonito, apesar de ainda ter traços de garoto. Um brinco prateado brilhava em sua orelha esquerda sob a luz do sol.

Tristan não escondia a expressão de irritação, mas como quem o puxava era seu irmão de consideração, deixou-se arrastar.

“Sério? Dá pra não ser tão fissurado nessas coisas supersticiosas?”

“Só tô numa maré ruim, só isso.”

“Só azar? Mano, revê aí o significado de ‘só’.” O adolescente de óculos aumentou o tom. “Anda, já chegamos mesmo. Na pior das hipóteses, você perde uns trocados. E se funcionar?”

Parados diante dos portões do templo, olharam para cima e notaram uma portinha menor logo depois da entrada — e um humaninho minúsculo sentado no batente.

A coisinha não podia ter mais que três ou quatro anos, vestida com uma roupinha daoísta minúscula, cabelo preso num coque no alto da cabeça com um grampo de madeira.

As mãozinhas fofas sustentavam o rostinho, e os olhos eram brilhantes e cheios de vida, parecendo mesmo uma fadinha bebê. Bastava um olhar pra derreter qualquer um.

O garoto de óculos não se conteve: “Nossa. Esse templo leva fofura a outro nível. Ela é perfeita!”

Tristan lançou um olhar rápido pra ela e, no mesmo instante, virou o rosto para ir embora. “Vamos.”

“Hã?! Tristan, calma!!”

O menino de óculos agarrou seu braço. “Eu juro que você tá amaldiçoado, ou assombrado, ou sei lá — isso aí é azar pesado!”

Tristan olhou de novo para a menininha e, por um instante, uma memória antiga atravessou sua mente como fogo.

Sua irmã... se não tivesse desaparecido, teria mais ou menos essa idade agora?

Uma pontada surda apertou seu peito. Seu rosto sombrou, a voz saiu fria: “Já falei, não vou fazer isso.”

“Tamos indo.”

Ele puxou o braço de volta e deu um passo para partir—

E de repente, algo agarrou a perna dele

Ao olhar para baixo, ele viu a garotinha minúscula, que até um segundo atrás estava sentadinha ali, agora abraçando sua perna com força, feito um coala grudado. Mia ergueu o rosto para ele, os olhos enormes brilhando. "Você é o destino de Mia?!"

"Mia vai com você!!" Uau, ele é muito gato!!

O garoto ao lado deles ficou olhando, chocado. "!!!!"

"Q-Quem é você afinal? Espera, esse é o seu templo? Você consegue… tipo… reverter a idade ou sei lá?!"

Ele tinha acabado de ver a garotinha piscar e aparecer bem na frente deles. Aquela velocidade não era normal — não era algo que uma criança comum conseguiria fazer.

E ele tinha pesquisado direitinho — o chefe desse templo deveria ser um homem mais velho

Mas agora só tinha essa garotinha ali…

Não é possível… O mestre do templo não só rejuvenesceu como também trocou de gênero

Que diabos

Surreal!

De repente, ele ficou totalmente convencido — vir até aqui tinha sido a melhor ideia.

Mia inclinou a cabeça e lançou um olhar para ele, depois a balançou de leve. "Não, eu não sou o mestre. Meu Shifu é."

"Então seu Shifu..."

"Shifu saiu pra viajar! Ele foi ontem."

O garoto: ?!?!?

Tristan, sua sorte é simplesmente trágica. Perdeu por um dia!

O garoto virou-se para Tristan, que encarava a garotinha agarrada à sua perna. "Solta."

Tristan olhou para a criança, completamente sem entender por que ela tinha grudado nele do nada.

"Não é o Shifu, mas você é o destino de Mia. Shifu disse que era pra eu ir com você."

Tristan: ???

Tristan deu uma risada seca. "Tá querendo se encostar em mim agora?"

Mia não fazia ideia do que “encostar” significava, mas não parecia algo bom. Ela franzou as sobrancelhas minúsculas, a carinha redonda toda amassada. "Mia não tá se encostando."

O garoto se apressou para ajudar. "Tristan, as previsões do mestre do templo são reais. Esse lugar é super famoso na internet."

"Se ele disse isso, talvez só… leva ela com você?"

Ele conhecia a situação da família do Tristan como ninguém. Não eram só colegas de trabalho — eram próximos.

E ele lembrou — a irmãzinha do Tristan desapareceu três anos atrás

Quando ela nasceu, Tristan não falava de outra coisa. Mas depois tudo mudou… Se ela estivesse viva, teria mais ou menos a idade dessa menininha. Não era de se estranhar que Tristan tivesse reagido daquele jeito.

Ele começou a pensar — talvez essa garotinha tivesse mesmo sido enviada para ajudar Tristan a superar seus traumas.

Fez todo sentido.

Mia espiou o garoto e, quando viu que ele estava a defendendo, abriu o sorriso mais radiante. "Obrigada, mano."

"Você é super legal."

O garoto, na mesma hora, sentiu como se estivesse flutuando. Se a discípula de um templo tão místico dizia que ele era legal, talvez ele realmente tivesse sido destinado a cruzar o caminho daquele lugar!

Tristan, por outro lado, observava a troca entre os dois com uma sensação esquisita o incomodando. Principalmente aquele “você é super legal” — aquilo simplesmente o irritou de um jeito que ele nem conseguia explicar.

Ele se abaixou e pegou Mia no colo, planejando colocá‑la de lado — mas no exato segundo em que fez isso, ela enlaçou os braços em seu pescoço. Ao mesmo tempo, deu um tapa com o dorso da mão em algo que estava nas costas dele.

Aquela coisa — ela já tinha visto antes. Como Tristan era sua pessoa destinada, ela não tinha a menor intenção de deixar aquele espírito de má‑sorte mexer com ele.

O espírito caiu no chão, atordoado. Quando levantou o olhar e viu Mia, sua expressão mudou completamente. Saiu correndo.

Lento demais.

Mia o agarrou no ar e o enfiou no pequeno pote de jade preso à cintura, como se não fosse nada demais.

Tristan imediatamente se sentiu mais leve, literalmente. Mas então algo macio e fofinho encostou em sua bochecha — era ela. Ele ficou imóvel.

E então veio a voz dela, suave como algodão. "Mano, você leva a Mia com você?"

Tristan: …

O garoto se meteu na conversa na hora. "Leva ela, cara. Seu parceiro não cancelou por causa daquela doença? A Mia tem quase a mesma idade."

"Então, tecnicamente, você também estaria ajudando o templo. E talvez lidar com aquele… problema aí não seja tão difícil assim."