NovelCat

Vamos ler

Abrir APP
Amor Mortal: Renascida para Seduzi-lo

Amor Mortal: Renascida para Seduzi-lo

Atualizando

Bilionário

Amor Mortal: Renascida para Seduzi-lo PDF Free Download

Introdução

(Tão romântico quanto um verdadeiro conto épico, com uma história de amor super doce e indulgente, cheats code) Todo mundo dizia que Li Mohan era um louco, implacável e indiferente até mesmo com seus parentes mais próximos. Até que Bai Li, após renascer, puxou a gravata dele em uma festa e sussurrou: "Li Mohan, quero ser sua namorada. Você aceita?" As orelhas de Li Mohan ficaram vermelhas enquanto ele cerrava os punhos tentando se controlar, dizendo as palavras mais duras: "Bai Li, você está pedindo para morrer?" Logo depois, Li Mohan prensou Bai Li contra a parede, seus olhos vermelhos nos cantos: "Bai Li, você não pode gostar de mais ninguém, só de mim. Eu daria minha vida por você!" Com o tempo, Li Mohan desenvolveu três fraquezas em relação a Bai Li: Ele não aguentava vê-la chorar, não suportava vê-la sangrar e não conseguia resistir ao seu charme.
Mostrar▼

Chapter 1

O hotel mais luxuoso da Cidade Y estava vibrante com uma festa grandiosa. Carros de luxo continuavam chegando à entrada, levando os transeuntes a se afastarem instintivamente. Além da segurança do próprio hotel, havia seguranças particulares por todo lado, e até celebridades haviam sido convidadas. Tudo isso deixava as pessoas realmente curiosas — quem teria tanto dinheiro e poder para organizar um evento assim?

Fora do tapete vermelho, uma multidão de repórteres e fãs já estava aglomerada. Cada vez que uma celebridade descia, um coro de gritos frenéticos se seguia.

Outro carro encostou, e as cabeças na multidão se esticaram para ver — mas a porta não se abriu imediatamente. Dentro do carro, o motorista olhou para a mulher no banco de trás que não tinha se mexido, com a cabeça abaixada. Ele lembrou gentilmente: "Senhorita, chegamos."

A voz repentina assustou a mulher no banco de trás — tão deslumbrante, parecia uma boneca de porcelana. Ela ergueu a cabeça bruscamente.

Olhos lindos, mas frios como gelo.

O motorista encontrou seu olhar pelo espelho retrovisor e rapidamente desviou, arrepiado pela intensidade do olhar dela.

Emily Cooper virou o rosto para a janela. Um tapete vermelho se estendia até a entrada do hotel. Grupos de empresários caminhavam em direção ao prédio com suas acompanhantes, conversando e rindo. Estrelas posavam para os flashes, vestidas impecavelmente.

Ela não conseguia lembrar a última vez que tinha estado em um ambiente tão animado e movimentado.

Desviou o olhar e olhou para a própria mão. Aquela mão não era mais fina e calejada pelos anos restaurando antiguidades. Era longa, clara e sem defeitos — mais elegante do que a de uma modelo de mãos.

Parecia uma piada do universo. Ela estava de volta, de volta a um ano atrás — dois meses antes de ela e Ethan Deangelo ficarem noivos, e três meses antes de seu pai ser morto em um esquema arquitetado por ele.

Ela soltou uma risada abafada.

Isso provocou um arrepio na espinha do motorista.

Por que ela estava rindo? E por que parecia tão assustador?

"Estou de volta", ela sussurrou para si mesma. "E é isso que importa."

Emily ainda não saiu do carro. Ao invés disso, pegou o celular e fez uma ligação.

O telefone só tocou duas vezes antes que alguém atendesse, a voz do outro lado era familiar e cheia de carinho.

"Querida, você chegou ao hotel? Eu tentei, mas simplesmente não consigo voltar hoje à noite. Você está representando a família Cooper hoje. Se você não está a fim de socializar, apenas vá dar um oi para o vovô Egerton e depois fique por perto do Ethan. Se aquele garoto não consegue nem proteger a namorada direito, qual é o sentido?"

As lágrimas encheram seus olhos e escaparam antes que ela pudesse evitá-las. Ela fechou os olhos com força, tentando controlar suas emoções turbulentas, mas sua voz ainda tremia.

"Papai..."

"Ei! Filha, o que aconteceu? Alguém te chateou?"

Sua voz era suave, um pouco trêmula, e isso foi o suficiente para o tom preocupado de Abner Cooper aumentar em pânico - do outro lado do planeta.

"Quem foi? Me conta. Vou pedir para o meu assistente reservar o próximo voo para casa agora mesmo - eu mesmo resolvo isso."

Emily respirou fundo, tentando manter a voz firme e decidida. "Pai, eu não gosto mais do Ethan. Quero terminar com ele."

Silêncio.

Uma longa pausa. Então, finalmente, seu pai perguntou: "O Ethan fez algo para te magoar, querida?"

Emily pensou sobre as coisas que Claribel Cooper havia dito pouco antes de sua morte. Ela não planejava esconder a verdade, embora ainda não estivesse pronta para contar tudo.

"Sim. Eu vi ele com outra mulher."

O objetivo dela era expor toda a confusão entre Ethan e Claribel, revelar tudo à luz do dia. Somente arrastando-os pela lama e mostrando a sensação de perder tudo poderia conseguir o fechamento emocional que tanto desejava. Do outro lado da linha, a respiração ofegante era audível. Abner estava claramente furioso.

"Aquele otário do Ethan — juro, quando eu voltar, vou dar uma boa bronca nele!"

"Papai," ela interrompeu com calma, "isso é entre mim e ele. Você não precisa se envolver." "De jeito nenhum, não vou deixar você sofrer assim."

"Eu não estou sofrendo," Emily respondeu tranquilamente, com o olhar fixo na janela e um brilho frio nos olhos. "Eu já nem gosto mais do Ethan Deangelo."

Ela se virou levemente, com a voz firme e determinada. "Sou sua filha, a única herdeira do Grupo Cooper. Por favor, confie em mim."

Abner Cooper ficou em silêncio por um momento, depois suspirou e cedeu. "Se você tem certeza, resolva do seu jeito. Mas no momento em que alguém tentar te machucar — eu entro em ação."

"Tudo bem." Os lábios de Emily formaram um leve sorriso. Seu pai sempre estava ao lado dela, incondicionalmente. Apenas aquela frase aliviou tanto o peso em seu peito. Trocaram mais algumas palavras antes de desligarem.

Ela estava de volta. Seu pai ainda estava vivo. E aqueles que lhes causaram problemas — bem, é melhor começarem a se preocupar.

E aí está você, Cedric Lee. Sabia que depois que as pessoas morrem, suas almas podem permanecer por um tempo? Eu te vi se vingando por mim. Ouvi você me dizendo que me amava.

Se apaixonou por mim à primeira vista?

Então, dessa vez, quero te conhecer de verdade. Você está pronto?

Emily guardou o celular e finalmente saiu do carro.

No momento em que o segurança abriu a porta para ela, uma onda de suspiros surgiu.

"Meu Deus! Não é a Srta. Cooper? Ela é deslumbrante! Tão elegante e graciosa — totalmente com cara de rica!"

"Não é à toa que dizem que ela é a mulher mais bonita da Cidade Y. Se ela entrasse para o mundo do entretenimento, dominaria fácil com aquele rosto."

"Ah, por favor, com o histórico dela? O dinheiro da família Cooper? Por que ela pensaria em ir para o showbiz?"

A multidão estava em total alvoroço. Mesmo as celebridades presentes no evento pareciam apagadas ao lado dela.

Emily não deu a mínima para os comentários. Seu sorriso era discreto, sua postura elegante, enquanto caminhava tranquilamente em direção à entrada do hotel.

As pessoas se afastavam à medida que ela passava, abrindo caminho prontamente. Ninguém se atrevia a bloquear o caminho da elite da Cidade Y—especialmente da herdeira dos Cooper.

...

O evento daquela noite, organizado pelos Egerton, acontecia no 12º andar. Vários elevadores eram dedicados exclusivamente aos seus convidados.

Quando Emily chegou, ela parou no serviço de hóspedes para registrar o presente da família Cooper, e então entrou no salão de banquetes.

O salão era um espetáculo de luxo. Sob a suave música de violino, os socialites bem vestidos conversavam animadamente com taças de champanhe na mão.

Sua entrada não passou despercebida—vários jovens convidados a olharam e começaram a cochichar entre si.

"Uau, a Emily Cooper acaba de entrar."

"O pai dela não viajou para o exterior em uma viagem de negócios? Pensei que ela viria com o Ethan Deangelo."

"Ah, eles só estão namorando ainda—nem noivos são. Por que fariam uma aparição juntos?"

"Mesmo assim, como o Ethan conseguiu conquistar alguém como a Emily? Que sorte, hein?"

"Bom, sendo justo, o Ethan é carismático, sofisticado, e ainda é professor universitário. Inteligente, bonito—um verdadeiro príncipe encantado."

Emily se aproximou do Sr. Egerton e ergueu um copo que pegou de um garçom que passava. "Feliz aniversário, Vovô Egerton. Desejo-lhe uma vida longa, eterna juventude e felicidade sem fim."

"Haha! Você sempre sabe o que dizer, garota." O Sr. Egerton riu calorosamente e conversou com ela por um momento antes de chamar a neta para acompanhá-la.

Linda, sua colega do ensino médio, inclinou-se discretamente após se afastarem e sussurrou: "O Cedric Lee também está aqui. Se ele te incomodar, deixe o Ethan resolver."

A rixa entre os Coopers e os Lees era profunda—famílias em conflito há gerações. Em particular, eles nem sequer se reconheciam. Nos negócios, lutavam ferozmente.

Esse tipo de tensão passava para a geração mais jovem.

Emily e Cedric eram mais como inimigos jurados do que colegas de classe. Na época do colégio, de alguma forma ficaram na mesma sala, e Cedric sempre encontrava maneiras de bater de frente com ela. Depois da formatura, ele foi para o exterior por quatro anos inteiros e só voltou no final do ano passado. No momento em que ele voltou ao país, foi direto para a Lee Corporation. No mundo dos negócios, ele era conhecido por ser implacável e eficiente—sem paciência para besteiras. Muitas pessoas secretamente o chamavam de lunático.

Emily Cooper tentou acalmar seu coração acelerado e perguntou da forma mais calma possível, "Onde está o Cedric Lee?"

"Provavelmente com meu irmão," disse Linda Egerton, olhando ao redor. "Ou talvez ele tenha saído."

O local era um hotel jardim, com um grande jardim ao ar livre logo fora do salão de banquetes.

Emily apertou o copo de vinho na mão e fez um leve aceno de cabeça.

Nesse momento, uma voz suave e refinada chamou do lado, "Emily, aí está você."

Ela e Linda se viraram ao mesmo tempo.

Ethan Deangelo estava usando um terno azul real naquela noite. Ele era inegavelmente atraente, e seu charme não passava despercebido—muitas mulheres lançavam olhares discretos para ele.

Linda piscou para Emily de forma provocante. Quando Ethan se aproximou, ela sorriu e disse de propósito, "Bom, já que o Ethan está aqui, vou deixar vocês dois a sós. Divirtam-se!"

Então ela discretamente saiu de cena sozinha. Emily inclinou a cabeça e olhou para Ethan. O homem sempre fazia o papel do namorado dedicado na frente dela, mas nos bastidores, ele e sua prima estavam se envolvendo. No final, ele até foi responsável pela morte de seu pai e culpou Cedric, apenas para usar o ódio dela como uma ferramenta para ganhar mais dinheiro. Depois, ele e sua prima viviam uma boa vida juntos.

A lembrança revirava seu estômago. Ela não se dava mais ao trabalho de ser simpática—o gelo e a distância em seu olhar eram impossíveis de ignorar.

Ethan percebeu o olhar e parou, claramente surpreso. "Emily? O que houve?"

Emily de repente sorriu, deslumbrando-o num instante.

Ela levantou sua taça de vinho e disse, com clareza cristalina, "Ethan Deangelo. Quanto tempo, hein?"

Ethan piscou confuso—eles não tinham acabado de se ver dois dias atrás?

Emily se aproximou, seu suave perfume a envolvendo. Do jeito que estava esta noite—seu rosto deslumbrante, maquiagem impecável, e aquele vestido que realçava suas curvas—era o suficiente para desarmar qualquer homem.

Os olhos de Ethan escureceram de interesse sem que ele percebesse.

Ele não viu o desprezo escondido no olhar dela.

"Emily," ele murmurou gentilmente, quase automaticamente.

Mas então a voz dela cortou o ar como gelo. "Ethan Deangelo, já era."

Enquanto isso—

Henry Egerton olhou para Cedric Lee, percebendo a direção do seu olhar. Ele seguiu o olhar de Cedric e instantaneamente avistou Emily se aproximando de Ethan. Com um rápido estalar de língua, ele sorriu e disse, "Poxa, Emily está mesmo subindo de nível, né? Lembra como você sempre implicava com ela no colégio? Agora olha só—ela arranjou um noivo. Eles vão ficar noivos logo, sabia? Quer ouvir como eles se conheceram?"

Os dedos de Cedric apertavam-se em torno de seu copo, sua expressão era indecifrável. A safira azul em sua orelha esquerda brilhava friamente sob a luz.

"O que isso tem a ver comigo?"

Henry deu de ombros. "Vocês dois não viviam batendo de frente? Só estou dizendo—Emily o conheceu no primeiro ano da faculdade. Ela caiu em um lago ou algo assim, e Ethan a salvou. Depois disso, ele começou a conquistá-la de maneira tranquila e doce, e quando ela se formou, pá—viraram um casal oficial. Se você bater de frente com ela de novo, o cara dela vai com certeza apoiá-la."

O rosto de Cedric ficou ainda mais frio, um leve desprezo reluziu em seus olhos. "Você acha que esse cara, com cara de fraco, duraria sequer um minuto se eu quisesse enfrentá-lo?"

Com isso, ele se virou na direção deles.

"Epa, calma!" Henry rapidamente se moveu para bloqueá-lo, surpreso com a reação. "Cara, eu só estou brincando—não leva tão a sério! É a festa de aniversário do meu avô, pelo amor de Deus."

Cedric zombou, claramente nada impressionado. "Você acha mesmo que eu começaria uma confusão numa festa?"

Então ele se virou e foi embora em outra direção, sem olhar para trás.