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Casada duas vezes, amada uma vez

Casada duas vezes, amada uma vez

En proceso

Bilionário

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Introducción

Aria Carter morreu traída. Seu marido a ignorou. Sua melhor amiga a apunhalou pelas costas. Sua família a vendeu como uma peça de xadrez. Sem mais fraqueza. Sem mais submissão. Damian Cross, o implacável bilionário que todos temem, esperava uma esposa dócil para enfeitar sua mansão. Em vez disso, ele encontrou uma mulher que enfrentava seu olhar gelado com fogo próprio. A sociedade zomba dela como a "Esposa Fria". Seus inimigos tramam sua queda. Cada traição será vingada. Cada segredo será revelado. E o marido que um dia a ignorou? No entanto, sob o brilhante império, está a verdade sobre sua primeira morte…
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Chapter 1

A noite deveria ter sido linda. As luzes no salão brilhavam como estrelas caídas, o ar estava perfumado com rosas e champanhe. Do lado de fora, era uma festa de conto de fadas. Mas dentro da sala, o mundo de Aria Carter estava desmoronando.

Ela cambaleou para trás, o peito ardendo de dor. Suas mãos pressionavam o ferimento, mas o sangue quente continuava a jorrar, encharcando seu vestido de seda branca. O vestido que ela sonhara usar no aniversário de casamento não era mais puro e radiante. Estava manchado de vermelho intenso.

Sua visão ficou turva. Cada respiração era como fogo em seus pulmões. As vozes ao redor ecoavam, cruéis e afiadas.

“Olhe para você,” a voz de Sophia Lin soou. Ela deu um passo à frente, os saltos ecoando no chão de mármore. Seus lábios se curvaram em um sorriso que não alcançava os olhos. “A grande Senhora Cross... derrubada como um cachorro. Todo esse orgulho, toda essa paciência, e o que você ganhou? Nada.”

O coração de Aria apertou, não apenas pela dor, mas ao ver a mulher diante dela. Sophia, sua melhor amiga. Aquela em quem confiou segredos, lágrimas, sonhos. Aquela que defendeu tantas vezes.

“Você... Sophia...” os lábios de Aria tremeram. Mal conseguia formar palavras.

Sophia se abaixou, inclinando a cabeça como se estudasse um brinquedo quebrado. “Não me olhe assim. Você realmente achou que eu me importava com você? Tudo o que eu fiz foi por mim mesma. Você era apenas... conveniente.”

As palavras feriram mais do que a própria ferida.

Atrás de Sophia, outra figura se encostava na porta. Vivienne Carter. Sua própria irmã. Vestida elegantemente, seu sorriso era calmo, quase preguiçoso, como se assistisse a uma peça que já tinha visto antes.

“Pai estava certo,” Vivienne disse suavemente, a voz carregada de escárnio. “Você sempre foi o erro. Nunca teve perfil para ser uma Carter. E nunca esteve à altura de ser a Senhora Cross.”

O corpo de Aria tremia. A traição pesava no peito mais do que a perda de sangue. Sua irmã. Sua melhor amiga. E o homem que ela achava ser seu marido.

Seus olhos procuraram desesperadamente pela sala. E então ela o encontrou.

Damian Cross.

Seu marido.

Ele estava a poucos passos, alto e frio, vestido em seu habitual terno escuro. Seu rosto estava tão perfeito como sempre, com linhas afiadas e olhos profundos que antes faziam seu coração disparar. Mas agora, aqueles olhos estavam vazios, mais escuros que a própria noite.

Aria estendeu a mão de maneira fraca, seus dedos ensanguentados tremendo. "Damian... me ajuda..."

Por um breve instante, ela teve esperança. Esperança de que ele se aproximaria, a seguraria, acabaria com a dor, a protegeria como um marido deve fazer.

Mas Damian não se moveu.

Seus lábios se abriram. Sua voz era calma, baixa e impiedosa.

"Você nunca deveria ter sido minha esposa."

As palavras feriram mais que qualquer lâmina.

Aria congelou, sua mão ainda estendida, suspensa no ar. Lentamente, ela caiu de volta ao seu lado. As lágrimas escorriam pelo seu rosto pálido, misturando-se ao sangue em seus lábios.

Seu mundo desmoronou.

O homem por quem ela sacrificou tudo... o homem que ela defendeu diante da sociedade... o homem que ela amava mesmo quando ele a ignorava... agora era aquele que a empurrava para o abismo.

Seus joelhos cederam. Ela caiu no chão de mármore com um baque surdo. A dor disparou dentro dela, seu corpo tremendo violentamente enquanto suas forças se esgotavam.

Acima dela, Sophia ria. O som era agudo, como vidro quebrando. "Viu, Damian? Eu te disse que ela não passava de um peso morto. Agora ela finalmente está fora do seu caminho."

A voz de Vivienne se juntou, suave e zombeteira. "Quanta piedade. Ela realmente achava que ser a Sra. Cross a tornava importante."

Os ouvidos de Aria zumbiam. As vozes delas tornaram-se distantes, como ecos em uma caverna. A sala inclinou-se, as luzes do lustre acima dela girando em borrões.

Ela queria gritar. Lutar. Amaldiçoar todos eles. Mas nenhum som saiu de sua garganta.

O calor do sangue espalhou-se pelo chão frio, roubando o resto de suas forças. Ela se sentia tão pequena, tão impotente. E ainda assim, em algum lugar profundo dentro de si, uma chama tremulava.

Isso não era apenas morte. Era traição.

Seu marido.

Sua irmã.

Sua amiga.

Eles a destruíram juntos.

Seus dedos curvaram-se fracamente contra o mármore, unhas raspando sem que ninguém percebesse. Sua visão escureceu, mas um pensamento queimava claro em sua mente:

Se este é o fim, então que seja a última vez que sou fraca.

Seus lábios se moveram, quase como um murmúrio, mas seu coração gritava mais alto do que sua voz jamais poderia.

Se houver outra chance... nunca mais me curvarei.

As luzes acima ficaram mais borradas. A dor tornou-se distante. As vozes desapareceram.

E enquanto a escuridão se fechava, Aria Carter, a esposa não amada, a irmã traída, a filha abandonada, deu seu último suspiro.