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Renascimento e Vingança: O Retorno de Luna Traída

Renascimento e Vingança: O Retorno de Luna Traída

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Bilionário

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Introducción

"Alpha, condene essa bruxa!" "Matem ela!" "Arranquem seu coração!!" A multidão explodiu em fúria, clamando pela sentença de Eleanor. Eleanor Lim, a Luna do clã Blackstorm, observava, atordoada, enquanto seu marido, o homem que ela amava, escolhia sua amante em vez dela. Seus passos eram firmes, sem qualquer hesitação, até que sua espada perfurou o coração dela. Sem piedade! A multidão vibrou. Um homem bonito correu em direção a Eleanor, tendo rompido pela multidão. Se ele fosse seu cavaleiro de armadura brilhante, chegou tarde demais. *** "Eleanor, estou aqui para lhe oferecer uma chance de reencarnação. Se você aceitar, voltará à vida em sua antiga vida." "Eu aceito." Agora renascida, Eleanor jura se vingar e recuperar o que é seu por direito.
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Chapter 1

O chão frio e duro machucava a pele de Eleanor, fazendo seu corpo já castigado tremer. Mas nem o frio nem os hematomas eram suficientes para fazê-la admitir um crime que não cometeu.

Thomas, seu marido, poderia mantê-la presa pelo tempo que quisesse, mas ela não cederia até revelar a falsa história de Mia.

Se ao menos Thomas ouvisse seu lado da história. Eles estavam juntos há muitos anos e casados há três. Como ele podia acreditar em Mia quando ela acusou Eleanor de ter matado seu filho ainda não nascido?

Será que ele não a conhecia de verdade? Se conhecesse, saberia que ela não era capaz de tamanha maldade. Seria ele tão cego aos esquemas da amante que estaria disposto a tratá-la assim, ela que esteve ao seu lado desde a adolescência?

Eleanor pensava que ele estaria do lado dela. Que ele pelo menos tentaria investigar o assunto. Mas no momento em que Mia a acusou de causar o aborto, ele e todos os outros na alcateia acreditaram que ela era culpada.

Acusaram-na de ter ciúmes de Mia, que conseguiu fazer o que ela não pôde nos três anos como Luna — conceber um herdeiro. Não importava o quanto ela suplicasse por sua inocência, Thomas a mandou açoitar e trancou-a na cela, à espera de julgamento.

Nunca imaginaria que chegariam a esse ponto. Era ele o mesmo homem com quem ela cresceu? Ele tinha sido seu melhor amigo na infância, e depois, adolescentes, começaram a namorar.

Eleanor ficou triste ao descobrir que não eram almas gêmeas quando passou pela primeira transformação aos dezoito anos, mas isso não importava. Ainda se amavam. Permaneceram juntos e se casaram há três anos, quando Thomas herdou o título de Alfa.

Juntos, comandavam a alcateia Blackstorm como Alfa e Luna. Mas agora tudo isso estava por um fio porque seu marido resolveu confiar em outra pessoa em vez dela.

O som de passos veio de fora da cela. Após alguns segundos, Thomas apareceu do outro lado das barras de metal. Seu Beta, Miller, estava com ele.

Eleanor se ergueu rapidamente do chão. A dor intensificou-se pelo corpo, mas não a impediu de correr até a porta.

"Thomas, você tem que acreditar em mim! Ela está mentindo. Eu nunca faria isso e você sabe!"

Seu marido a olhou com expressão fria, seus olhos escuros como pedaços de gelo. Nunca a olhara assim, como se não se importasse com ela. Como se fosse uma estranha.

"Grace," disse Eleanor, agarrando as barras de metal da porta da cela. Grace era sua empregada, que a servia há muito tempo. "Chame Grace e pergunte a ela sobre isso. Ela sabe que eu não tenho nada a ver com o aborto de Mia."

Se Thomas não acreditasse nela, Grace era sua única alternativa. Grace cuidava de praticamente tudo enquanto Eleanor estava ocupada administrando a alcateia. Ela conhecia seus movimentos mais do que qualquer outra pessoa, talvez até mais do que Thomas.

"É mesmo?" Thomas perguntou. "Então, vamos ouvir o que ela tem a dizer."

Eleanor suspirou aliviada. Grace iria defendê-la e ela teria a chance de provar sua inocência.

Thomas mandou chamar Grace e, pouco depois, ela apareceu acompanhada por Mia. Eleanor ignorou Mia e concentrou-se em Grace.

"Grace, diga a ele que eu não fiz isso," ela implorou.

Grace olhou para ela e depois para Thomas. "Alfa," ela começou, "foi a Luna Eleanor quem me instruiu a colocar drogas abortivas no café da Mia." Ela se ajoelhou. "Por favor, perdoe-me, Alfa. Eu não tive escolha. Sou apenas uma Ômega, e a Luna ameaçou machucar minha família se eu não seguisse suas instruções."

"O quê?" Eleanor sussurrou, incrédula, ao ouvir as palavras de sua serva. "O que você está dizendo? Não, eu nunca te dei tais instruções!"

"Você disse que não suportava que ela estivesse grávida do filho do Alfa e temia que ela te substituísse como Luna." Grace levantou a cabeça lentamente e olhou para Eleanor. Seus olhos estavam cheios de medo e culpa. "Desculpe, Luna, eu tenho que dizer a verdade. Tenho pesadelos todas as noites. Deve ser a Deusa da Lua me culpando por matar o herdeiro do Alfa."

Eleanor ficou muda de espanto. Por que Grace mentiria sobre isso? Seus olhos se moveram para Mia. Ela estava atrás de Thomas, então ele não podia ver o sorriso dissimulado em seu rosto.

A bruxa! Ela deve ter subornado Grace para mentir sobre isso.

Eleanor gritou, puxando as barras de metal desesperadamente, "Ela também está mentindo! Todos eles são mentirosos! Thomas, por favor—"

"Basta!" Thomas interrompeu.

Seu rosto agora estava escurecido pela raiva, e ele estendeu a mão pelas barras e envolveu o pescoço de Eleanor.

Eleanor estava fraca por causa dos castigos anteriores e mal conseguiu lutar contra seu aperto.

"Miller," Thomas chamou seu Beta. Sua voz era fria e firme. "Marque a execução para amanhã."

Com uma breve hesitação, Miller abaixou a cabeça e respondeu, "Sim, Alfa."

Thomas empurrou Eleanor e ela caiu no chão. "Vamos," ele disse, virando-se para Mia e oferecendo-lhe a mão.

"Não," Eleanor sussurrou através da garganta machucada. "Thomas, por favor. Não faça isso. Ela está mentindo. Eles estão mentindo."

"Thomas..." Mia parou de repente. Ela olhou para Thomas e pediu: "Tem algo que eu preciso dizer a ela."

"Tem certeza? Depois do que ela fez—"

Mia balançou a cabeça e deu-lhe um sorriso suave. O sorriso pelo qual todos se encantaram. "Está tudo bem. Ela não pode mais me machucar."

Thomas assentiu, então a beijou na testa antes de sair com Miller e Grace. Mia ficou na porta, olhando para Eleanor. "Finalmente, posso me livrar de você."

Com todo mundo fora, ela mostrava sua verdadeira face. Uma face que ninguém ao redor deles conseguia ver.

"Eu não vou deixar você sair impune," jurou Eleanor.

Mia riu. "Você ainda acha que tem uma saída? Amanhã, você vai sumir. Morta. Fora do meu caminho. Como exatamente você vai me fazer pagar?"

Eleanor rangeu os dentes. Quando Grace mentiu, ela perdeu a chance de provar sua inocência. Thomas já ordenou sua execução. Ela estava condenada.

Mia tocou sua barriga e zombou, "Como se sente ao saber que ele confia mais em mim do que em você? Como ele se sentiria se soubesse que essa criança nem é dele?"

"O quê?!"

O sorriso de Mia se alargou. "Exatamente. O pai é um fora da lei. Mas isso não importa, importa? Essa criança vai me tornar Luna de Blackstorm. Pelo menos eu poderia dar a ele um herdeiro, ao contrário de você."

Eleanor se levantou. "Você é louca. Quando ele descobrir—"

"Como ele vai descobrir? Mesmo que você fosse contar a ele agora, você acha que ele acreditaria em você? Ele pensaria que você está desesperada, inventando histórias para salvar sua pele."

"Eu nunca deveria ter deixado você ficar," disse Eleanor.

"É tarde demais para arrependimentos," Mia respondeu. "Eu sou a companheira destinada do Thomas. Você nunca deveria ter se apegado a ele. Ele nunca foi seu. E é por isso que eu garanti que você nunca lhe desse um herdeiro."

O rosto de Eleanor se franziu de confusão. "O quê?"

"Sempre pensou na Grace como sua serva leal, não foi? Não levou muito tempo para convencê-la a trabalhar para mim. Ela vem envenenando sua comida esse tempo todo para que você nunca conceba. E agora, meus esforços deram resultado. Em breve, serei a Luna de Blackstorm, e terei o Thomas só para mim."

Ao ouvir aquelas palavras, os dentes de Eleanor tremeram incontrolavelmente. Ela nunca imaginou que sua infertilidade não era uma falha sua, mas uma armadilha armada por Mia! Quando Mia chegou a essa alcateia, Eleanor mostrou tolerância a essa Ômega. Ela se compadecia do sofrimento de Mia, sabendo que, no mundo dos lobisomens, as Ômegas passam por grandes dificuldades para sobreviver, apesar de ter tido que aceitar Mia como a outra mulher de Thomas.

Para o bem da força da alcateia, Eleanor permitiu que Mia ficasse.

Eleanor desabou. Ela não conseguia mais controlar sua raiva. "Eu vou te matar," ela gritou, apertando o pescoço de Mia.

"Ah! Thomas! A Eleanor está tentando me matar... Ajuda!" Mia gritou de dor, chamando a atenção de Thomas.

Antes que Eleanor pudesse explicar, ela viu o olhar furioso de Thomas se voltando para ela, e no momento seguinte, o punho dele acertou seu estômago.

Eleanor sentiu como se seu coração tivesse sido perfurado. Por quê? Por que ele confiava tanto em Mia, e não em sua própria Luna?

Seria esse realmente o fim para ela?